Plugio Entrar

Acesso remoto industrial

Quando a máquina para, alguém de fora precisa entrar nela.

O programa do CLP foi feito pelo integrador. A IHM, pelo fabricante da máquina. Na hora da parada, quem sabe resolver raramente está na fábrica.

O Plugio é um programa que roda num computador da fábrica, mais um aplicativo no notebook do técnico. Com ele, o técnico trabalha à distância só na máquina que a manutenção liberou, pela OS daquela parada, e só pelo tempo combinado.

01Como costuma ser hoje

O acesso remoto foi se acumulando sem que ninguém decidisse por ele.

  1. Um AnyDesk no PC da supervisão, com uma senha que meia empresa conhece.
  2. Uma VPN configurada na partida da máquina, anos atrás, que ficou ali. Ninguém sabe se ainda funciona, nem quem mais consegue usá-la.
  3. Um técnico deixou de atender a fábrica, e o acesso dele continua valendo.
  4. Terminado o atendimento, não sobra nenhum registro de quem entrou, em qual equipamento e por quanto tempo.

Enquanto nada dá errado, isso parece funcionar. O problema aparece no dia em que alguém pergunta quem mexeu no CLP da linha e ninguém sabe responder, nem a fábrica, nem quem atende de fora.

Rede da fábrica com várias entradas abertas e sem dono: um PC com AnyDesk, um roteador com VPN e um modem 4G. REDE DA FÁBRICA CLP IHM Drive PC + AnyDesk VPN antiga Modem 4G três entradas · nenhuma com dono
Ilustração. As entradas variam de fábrica para fábrica.

02Como fica com o Plugio

O técnico entra pela ordem de serviço que a fábrica abriu.

O acesso começa numa OS da fábrica

Alguém da manutenção abre a OS pelo navegador, escolhe o técnico, marca os equipamentos que ele pode alcançar e define quanto tempo de conexão aquele atendimento tem. Por padrão, o técnico conecta pela OS; os administradores da fábrica ainda têm um caminho mais antigo, sem OS, que também fica no registro.

O técnico alcança só os equipamentos que a OS liberou

Ele chega aos endereços desses equipamentos. O tráfego para os outros endereços da rede é bloqueado; os avisos de broadcast da rede continuam visíveis, porque as ferramentas precisam deles para achar dispositivos. Se a manutenção preferir, a OS pode liberar a rede da máquina inteira.

O acesso termina sozinho

Quando o tempo da OS acaba, a conexão cai, e só a fábrica pode estender. A conexão também cai depois de 30 minutos sem tráfego; monitorar o CLP online conta como uso. Se ainda houver tempo na OS, o técnico reconecta.

Fica o registro

Quem entrou, por qual OS, em quais equipamentos, de que horas a que horas. Cada linha do registro é encadeada à anterior, e o painel verifica se alguma linha já gravada foi alterada.

Uma OS com técnico, equipamentos e tempo definidos. A conexão vai do notebook do técnico apenas até os dois equipamentos marcados; o drive fica sem conexão. OS 0147 · Linha 3 técnicoJ. Souza equip.CLP, IHM tempo02:00 h Notebookdo técnico CLP IHM Drive só CLP e IHM · drive fora da OS
Ilustração. Nome e dados fictícios.

03Para o técnico

O notebook entra na rede da máquina.

É como se o notebook do técnico estivesse ligado no switch do painel elétrico. As ferramentas de engenharia procuram os dispositivos do jeito de sempre, sem configurar rota.

Testado com TIA Portal, CODESYS, Festo Automation Suite e descoberta PROFINET.

O técnico usa um aplicativo para Windows. Ele vê as ordens de serviço que recebeu, de todas as fábricas que o convidaram, e conecta pela OS.

04Na fábrica

Nenhum aparelho nosso para comprar.

O Plugio instalado na fábrica (o hub) roda como máquina virtual no servidor ou PC que a fábrica já tem, usando uma placa de rede dele ligada ao switch da máquina. A imagem já chega vinculada à conta da fábrica.

O hub só faz conexões de saída, pela porta 443. Nenhuma porta de entrada é aberta no firewall.

O CLP e a IHM não passam pelo hub: ele se liga à rede da máquina como mais um equipamento, sem ficar no caminho entre eles. Se a internet cair, a máquina continua trabalhando normalmente; só o acesso remoto fica indisponível até a conexão voltar.

As atualizações chegam assinadas digitalmente. Se uma atualização falhar, o hub volta sozinho para a versão anterior.

05O que ainda não fazemos

Preferimos que você saiba antes.

  • Hoje a fábrica libera o acesso uma vez, ao abrir a OS. Ainda não existe aprovar cada conexão, uma por uma.
  • A verificação em duas etapas está disponível, mas a fábrica ainda não consegue torná-la obrigatória. Não há login pelo AD da empresa.
  • O registro fica no painel e ainda não pode ser exportado nem enviado ao sistema de logs da sua TI.
  • O filtro de acesso é por endereço de equipamento, não por porta ou protocolo, e é aplicado na nossa nuvem, não no hub.
  • As sessões não são gravadas em vídeo.
  • O aplicativo do técnico existe só para Windows e ainda não tem assinatura de código; o Windows mostra um aviso na instalação.

A lista completa, com os detalhes técnicos e as recomendações de instalação, está na página para a TI.

06Quem faz

Praxia Tecnologia, Joinville (SC).

O Plugio é desenvolvido por gente que programa e coloca máquinas em operação. Começou dentro de uma fábrica de alimentos, para resolver o acesso a uma linha de embalagem.

Praxia Tecnologia Ltda. · CNPJ 67.054.723/0001-44
R. Armando Andrade, 97, Box 84 · Bom Retiro · Joinville/SC · CEP 89223-066

07Próximo passo

Conversar sobre uma máquina.

Se a sua fábrica recebe técnicos de fora, podemos conversar sobre uma máquina específica: como o acesso é feito hoje e como ficaria.

Se você é quem presta esse atendimento, há uma página para integradores e fabricantes de máquina.