Plugio Entrar

Para integradores · Equipe e ferramentas

Cada técnico tem a própria conta, em cada fábrica que o convida.

Como a sua equipe entra nas fábricas que atende, o que acontece quando alguém sai da sua empresa, o app do técnico, o hub no cliente e o que ainda não fazemos.

01O convite

A fábrica convida cada técnico pelo e-mail dele.

O convite é pessoal, vale uma vez e expira em 7 dias. A verificação em duas etapas, por código no e-mail ou por app autenticador, está disponível. A fábrica ainda não consegue torná-la obrigatória.

02Uma lista só

As OS de todas as fábricas que convidaram o técnico, no mesmo app.

O Plugio não tem cadastro de integradora: o seu técnico é uma pessoa convidada em cada fábrica, e a lista de OS no app dele junta todas. Uma OS pode ter mais de um responsável, então dá para pôr dois técnicos no mesmo atendimento.

03Quando alguém sai da sua empresa

Quem desativa a conta é cada fábrica.

A fábrica desativa a conta na tela de técnicos do painel dela. Hoje não existe um painel da integradora para tirar uma pessoa de todos os clientes de uma vez. Na prática, avise cada cliente que a pessoa atendia e peça a desativação. Como cada conta é de uma pessoa, a fábrica sabe qual desativar, e ninguém precisa trocar senha compartilhada.

04O app do técnico

Só para Windows, e a instalação mostra o aviso do SmartScreen.

O app do técnico existe só para Windows e ainda não tem certificado de assinatura de código: na instalação, o Windows mostra o aviso do SmartScreen. O app tem uma opção para instalar ou reparar drivers e pré-requisitos.

O que já foi testado com as ferramentas de engenharia está em Atendimento e plantão.

05O hub no cliente

O hub roda como máquina virtual no servidor da fábrica.

Na fábrica, o Plugio é um hub: uma máquina virtual pequena que roda no servidor ou PC que a fábrica já tem. Em cliente, roda hoje em VirtualBox; Hyper-V, Proxmox e VMware foram testados em laboratório. Não há aparelho nosso para comprar.

Um administrador da fábrica baixa a imagem no painel. Ela já vem vinculada à conta da fábrica e cifrada, por um link que vale 24 horas. Quem importa a VM pode ser a TI da fábrica ou você, numa visita ou na partida da máquina.

O que precisa, em resumo

  • 1 vCPU, 1 GB de memória e 5 GB de disco (padrão do instalador).
  • Duas placas de rede virtuais: uma em NAT, com saída pela porta 443 e nenhuma porta de entrada no firewall, e outra em ponte com a rede da máquina, que recebe endereço por DHCP da rede da máquina.
  • Uma placa física do servidor dedicada à rede da máquina, para a ponte. Se as duas placas do hub ficarem na mesma rede do hipervisor, fecha-se um laço na rede, e o instalador ainda não detecta esse erro.

O CLP e a IHM não passam pelo hub. Se a internet cair, a máquina continua trabalhando; só o acesso remoto para. O hub se atualiza sozinho. As atualizações são assinadas e, se uma falhar, o hub volta sozinho para a versão anterior. Para reconectar depois de uma queda, o hub tem um vigia automático; num cliente, esse vigia já travou e o acesso remoto ficou cerca de cinco semanas fora até alguém intervir. A rede da fábrica não foi afetada.

O passo a passo e os requisitos completos estão na página Instalação, na trilha da indústria. Os detalhes de rede estão na página Para a TI.

Para o fabricante de máquina: o hub fica na conta do cliente, e é ele quem libera os seus técnicos pela OS. A equipe do Plugio também tem acesso administrativo ao hub, para suporte e atualização; os detalhes estão na página Para a TI.

Servidor da fábrica com a máquina virtual do hub. Uma placa em NAT sai para a internet pela porta 443, só de dentro para fora. A outra placa, em ponte, liga o hub ao switch da máquina por um cabo lateral, fora do caminho entre o CLP e a IHM. Internet SERVIDOR DA FÁBRICA HubVM · 1 GB NAT · 443 só saída ponte · DHCP REDE DA MÁQUINA CLP IHM Drive switch
Ilustração.

06Limites

O que ainda não fazemos (para quem atende)

Antes de levar ao seu cliente:

  • Não existe painel da integradora. A sua empresa não aparece como empresa no Plugio, e tirar um técnico exige pedir a cada fábrica.
  • Não existe pedido de acesso na hora com aprovação pelo celular, nem app para celular. Fora do horário, a OS precisa estar aberta antes.
  • Studio 5000 e as ferramentas da WEG não têm teste registrado.
  • Sem NAT 1:1 para máquinas com o mesmo IP.
  • Sem modem 4G e sem aparelho nosso à venda: o hub precisa de um servidor ou PC na fábrica com saída para a internet.
  • O hub não sai por proxy HTTP. Em fábrica onde o proxy é obrigatório, ele não conecta.
  • O registro não pode ser exportado, não sai relatório de atendimento pronto e as sessões não são gravadas. Não há política de retenção: hoje nada é apagado.
  • Sem login por AD nem SSO.
  • O filtro é por endereço de equipamento, não por porta ou protocolo.
  • O app do técnico existe só para Windows e ainda não tem certificado de assinatura de código: na instalação, o Windows mostra o aviso do SmartScreen.
  • O instalador ainda não detecta o laço de rede quando as duas placas do hub ficam na mesma rede.

A lista completa, com os detalhes técnicos, está na página Para a TI.

07Próximo passo

Começar por uma máquina que você atende.

A conversa começa por uma máquina e um cliente seu: como o acesso é feito hoje e como ficaria. O cliente precisa participar, porque a conta e o hub são dele.