Plugio Entrar

Para integradores e fabricantes de máquina

O cliente liga, a linha parou, e o programa da máquina é seu.

Hoje você resolve por uma VPN que configurou na partida, por um AnyDesk no PC da supervisão, ou pegando o carro. Na maior parte das vezes dá certo. O que aparece depois é menos visível: o cliente perguntando quem entrou no CLP, ou um técnico que saiu da sua empresa e cujo acesso continua configurado nos roteadores dos clientes.

Com o Plugio, por padrão, cada atendimento remoto da sua equipe passa por uma ordem de serviço da fábrica, com os equipamentos liberados e o tempo de conexão. Cada sessão fica registrada no painel do cliente com a OS, os equipamentos e os horários; quem entrou aparece no detalhe da OS, com a conta do técnico.

01O que muda no trabalho da sua equipe

O atendimento passa, por padrão, pela OS que a fábrica abriu.

Um app com as OS de todas as fábricas

Cada técnico instala o app no notebook com Windows e vê, numa lista só, as ordens de serviço que recebeu de todas as fábricas que o convidaram. Escolhe a OS, escolhe o equipamento e conecta.

Na rede da máquina, só no que a OS liberou

O notebook recebe um IP da rede da máquina, e o software de engenharia procura os dispositivos do jeito de sempre. O técnico alcança os equipamentos que a OS liberou; o tráfego para os outros endereços é bloqueado.

De madrugada, a OS precisa estar aberta

Quem define os equipamentos e o tempo de acesso é sempre um administrador da fábrica. Para o plantão, a fábrica deixa a OS aberta antes; o técnico só marca como iniciada e conecta. Ainda não existe pedido de acesso com aprovação pelo celular.

Cada técnico com a própria conta

A fábrica convida o técnico pelo e-mail dele. Quando alguém sai da sua empresa, cada fábrica desativa aquela conta, e ninguém precisa trocar senha compartilhada. Não existe painel da integradora: é preciso pedir a cada cliente.

O registro fica no painel do cliente

Cada sessão fica registrada com o técnico, a OS, os equipamentos, o início, o fim e o motivo do término. Quando o cliente pergunta quem acessou, a resposta está ali, no painel dele. Hoje esse registro não pode ser exportado.

02Se você já mantém MikroTik com WireGuard

Onde o MikroTik continua e o que muda no seu trabalho.

Para muita integradora, o roteador com WireGuard em cada cliente resolve bem a parte de chegar à rede, e os dois podem conviver no mesmo cliente. Nos atendimentos que passam pelo Plugio, o que muda:

Registro por pessoa

Cada técnico entra com a própria conta, e o registro identifica o técnico pela conta dele, não por uma chave que a equipe inteira usa.

O acesso termina sozinho

A OS tem dois relógios: o prazo (até quando ela vale) e o tempo de conexão (quanto tempo de sessão cabe nesse prazo). Quando um dos dois acaba, a conexão cai, e só a fábrica estende. A conexão também cai depois de 30 minutos sem tráfego; monitorar o CLP online conta como uso. Se ainda houver tempo e prazo, o técnico reconecta.

Nenhuma chave nem peer para manter

Nos clientes atendidos pelo Plugio, você não guarda configuração de VPN. Cada fábrica convida e desativa as contas no painel dela.

Camada 2, sem rota

Não há sub-rede para anunciar em cada túnel. O notebook entra na rede da máquina, e a descoberta de dispositivos das ferramentas de engenharia funciona.

O roteador segue no cliente onde a máquina só tem internet por modem 4G ou onde você precisa de NAT 1:1, porque o Plugio não faz nenhum dos dois hoje.

04Próximo passo

Começar por uma máquina que você atende.

Se você atende fábricas e quer ver o Plugio numa máquina real, a conversa começa por uma máquina e um cliente seu: como o acesso é feito hoje e como ficaria. O cliente precisa participar, porque a conta e o hub são dele.