Como funciona
O caminho de um acesso remoto, da máquina parada ao registro.
Este é o caminho de um acesso remoto com o Plugio, do momento em que a máquina para até o registro que fica depois.
01A máquina parou
O hub já está na fábrica, ligado à rede da máquina.
A linha está parada e o programa do CLP é do integrador, que está longe. Na fábrica já existe um hub do Plugio: uma máquina virtual no servidor da própria fábrica, ligada à rede da máquina.
Desde a instalação ele mantém uma conexão de saída com a nuvem do Plugio, pela porta 443. A fábrica não abriu nenhuma porta de entrada para isso.
02A fábrica abre a ordem de serviço
O administrador define o escopo, o tempo e o técnico.
O administrador da fábrica abre uma OS no painel. Nela ele define o responsável, quais equipamentos o técnico pode alcançar (um CLP, uma IHM, ou a rede inteira da máquina), o tempo de acesso em minutos e o prazo. Depois atribui a OS ao técnico da integradora, que já tem login próprio porque foi convidado antes.
Quando o técnico começa o trabalho, ele marca a OS como iniciada no app (o administrador também pode). A sessão do técnico pela OS só abre com a OS em andamento, e é nesse momento que o relógio começa a contar. Os administradores da fábrica ainda têm um caminho mais antigo, de conexão sem OS, que também fica no registro.
Ilustração prevista: formulário de OS se preenchendo; três equipamentos da planta acendem e o resto fica apagado; um relógio marca o tempo liberado.
03O técnico abre o app e vê a OS
Com o próprio login, no notebook dele.
No notebook dele, com Windows, o técnico abre o app do Plugio e entra com o próprio login. Se ele ativou a verificação em duas etapas, digita também o código.
O app lista as OS atribuídas a ele; desta fábrica, aparece só aquela. Ele escolhe um equipamento ou, se a OS permitir, “Conectar à rede”.
Ilustração prevista: tela do app com uma lista de uma OS só; dentro dela, os equipamentos liberados e o botão de conectar.
04O notebook entra na rede da máquina
Como se estivesse com o cabo plugado no switch do painel.
O app monta o túnel até a nuvem, que liga o técnico ao hub da fábrica. O notebook recebe um IP da rede da máquina. O software de engenharia procura e encontra os dispositivos sozinho.
Isso já foi testado com TIA Portal, CODESYS, Festo Automation Suite e descoberta PROFINET.
O técnico só alcança os equipamentos que a OS liberou. Os avisos de broadcast da rede continuam visíveis, porque as ferramentas precisam deles para achar dispositivos. O filtro fica na nuvem, entre o técnico e o hub.
Um detalhe prático: o software de engenharia precisa ser aberto depois que o túnel subir.
05O tempo termina ou a conexão fica sem tráfego
A conexão cai, e só a fábrica estende o tempo.
Cada minuto conectado é descontado do tempo da OS. Quando o tempo se esgota ou o prazo da OS vence, a conexão cai; esgotado o tempo, só o administrador da fábrica pode estender. Depois de 30 minutos sem tráfego, a conexão também cai; deixar o CLP online no software de engenharia conta como uso. Nesse caso, se ainda houver tempo na OS, o técnico reconecta sem precisar de extensão.
Ilustração prevista: o relógio da OS esvazia; quando chega a zero, a linha entre o notebook e a nuvem se apaga.
06Fica o registro
Quem acessou, por qual OS, em quais equipamentos, de quando a quando.
No painel, a fábrica vê quem acessou, por qual OS, em quais equipamentos, quando começou, quando terminou e por que terminou.
Cada linha do registro é encadeada à anterior, e uma verificação no painel mostra se alguma linha já gravada foi alterada. Não há alerta automático.
Ao marcar a OS como resolvida, é obrigatório escrever uma nota de resolução.
07Se a internet cair no meio
Se a internet cair, a máquina segue produzindo.
O hub fica ao lado da rede da máquina. O CLP e a IHM não passam por ele. Se a internet ou a nuvem caírem, a máquina segue produzindo; só o acesso remoto para até a conexão voltar.
Ilustração prevista: a linha do hub para a nuvem se rompe; a máquina continua girando.
08Instalação
No servidor ou PC que a fábrica já tem.
O hub roda como máquina virtual no servidor ou PC que a fábrica já tem. Em cliente, roda hoje em VirtualBox; Hyper-V, Proxmox e VMware foram testados em laboratório. Não há gateway para comprar.
A imagem do hub é baixada pelo painel já pareada com a conta da fábrica e cifrada. A TI importa a VM, liga a placa em ponte do hub à rede da máquina (a outra placa, em NAT, sai para a internet pela rede do servidor) e libera a saída pela porta 443. A fábrica não abre nenhuma porta de entrada.
Depois disso, o hub se atualiza sozinho com pacotes assinados e volta para a versão anterior se uma atualização falhar.
Os detalhes de rede para a TI estão na página Para a TI.
Ilustração prevista: um arquivo de imagem desce do painel para o servidor da fábrica; a VM liga e a linha de saída para a nuvem se acende.